Comportamento Vitor Carneiro

A tremenda importância de ser pai

Vitor Carneiro
Escrito por: Vitor Carneiro

Por Vítor Cerneiro -Deus confiou aos pais um valoroso privilégio: “Instrua a criança segundo os objetivos que você tem para ela, e mesmo com o passar dos anos não se desviará deles” Provérbios 22.6. Esta tarefa que por Ele nos é confiada certamente não será nada fácil, em especial nestes dias excessivamente maus. As Sagradas Escrituras nos fornecem as regras pelas quais devemos viver e todas tem a ver com o caráter do próprio Deus. Portanto, poderemos obter a graça de Deus ao decidir cumprir tais objetivos com sinceridade e confiança. Nossas famílias poderão ser como berçários para este tempo, e, de acordo com o que cultivarmos agora, tais serão os frutos que colheremos posteriormente. Então, devemos cumprir este privilégio com bastante diligência e oração. Não será nenhum exagero ao afirmar que em nossas mãos estão depositadas a esperança e a bênção ou a maldição e a ruína da próxima geração.

Pesquisas provam que a figura paterna é tão importante para a criança que, quando ela se sente relegada a segundo plano, acaba com problemas de saúde. Isto mesmo, crianças que são ignoradas pelos pais podem levar para suas vidas adulta vários transtornos psicológicos. Realmente não tem como negar que a figura paterna é importantíssima no desenvolvimento dos filhos, pois a imagem do pai é aquela de quem costuma impor limites.

Um pai ausente, não é aquele que se separou e, por isso, não vê os filhos todos os dias. Um pai ausente é a figura paterna que pouco ou nada contribui para a formação e a educação de seus filhos, independentemente do fato de morar ou não na mesma casa. Hoje em dia o tempo é um fator que conta muito na qualidade da convivência.

Sem dúvidas ter filhos exige muito: Muito tempo, dinheiro, energia e… não é tarefa nada fácil educá-los de modo a virarem adultos felizes e bem-sucedidos. Como bem ilustra o slogan de uma propaganda antiga na qual afirma, “Não basta ser pai, tem de participar”. Além do mais, hoje em dia parece estar muito complicado assimilar todas as recomendações dos profissionais, tanto na área da educação quanto da saúde, de como devemos ser um pai bacana, presente, sábio, que consiga impor limites e também ser um ombro amigo, entre outras tarefas fundamentais. Se falharmos? Nossos filhos podem ser inseguros, psicologicamente instáveis e infelizes.

Algo que entendo ser muito importante: o que interessa é o que os pais realmente são e não o que tentam fazer que seus filhos sejam.

Um dos maiores inimigos que costumeiramente ouço de um pai em relação à educação do seu filho é a rotina diária. Hoje o que um pai encara como desafio na verdade deveria ser uma obrigação: tornar-se presente na vida dos filhos. Esta ausência tem se transformado em culpa, para muitos pais que não conseguem dar atenção para sua prole, e em traumas para os filhos, que se sentem sozinhos e até rejeitados pelos pais. Novamente, a ausência da figura paterna pode interferir de maneira diferente no desenvolvimento de uma criança e do adolescente.

 

Criança ou adulto, filhos sempre precisarão das referências do pai, sem elas tendem a enxergar os relacionamentos humanos com certo despreparo e como algo negativo.

Uma das mais infelizes e trágicas características de nossa época é a excessiva desobediência aos pais da parte dos filhos, quando menores, e a falta de reverência e respeito, quando grandes. “Honra teu pai e tua mãe, a fim de que tenhas vida longa na terra que o Senhor teu Deus te dá.” Êxodo 20.12. A palavra grega para honra significa reverenciar, estimar e valorizar. Honrar é dar respeito não apenas pelo mérito, mas pela posição.

Vale apena continuar lembrando que um pai exerce papeis fundamentais na vida e na formação do seu filho. Veja nosso valor: Somos a primeira pessoa com quem nosso filho vai estabelecer uma relação além da relação materna que se forma desde a gestação. Sem dúvidas isso é importante para o desenvolvimento individual, preparo para a vida social, ajuda a desenvolver o equilíbrio, a independência e a estabilidade emocional. Somos muito importantes, ser pai não é um papel secundário.

“Um bom pai vale por cem professores.” Jean Jacques Rousseau

Parece que uma dúvida que sempre carregaremos é se realmente somos um bom pai ou não. Algo que aprendi tempos atrás, é que um bom pai não é simplesmente uma criança grande que se diverte brincando e fazendo o seu filho rir. Que um pai “real”, ou aquele que se entende como bom, é um adulto com grandes competências emocionais, alguém seguro de si mesmo, corajoso como qualquer mãe e preocupado sempre em dar segurança, ânimo e afeto ao seu filho, para que no dia de amanhã este abra suas asas transformando-se em um adulto livre, maduro e capaz de dar e receber felicidade.

Um bom pai também sabe dar afeto sem se sentir envergonhado e com um coração orgulhoso por tal feito.

Nosso filho precisa de nós e seremos o herói dele. Sejamos uma boa influência. Fazemos parte de quem ele é, da sua construção e de quem ele será.  Não depositemos milhares de expectativas nele, mas vamos criar expectativas em nós mesmos, exercendo nosso papel de pai. Se nos tornarmos melhores, se agirmos de maneira melhor, se pensarmos melhor, é exatamente o que iremos passar para ele.

“Vamos pensar aqui que o homem, ao se tornar pai, carrega em si a chance de ser um mundo para outro ser. Carrega autoridade, força, segurança, coragem. Sua presença na vida desse novo ser pode fazer toda a diferença e, para muitos, isso depende da escolha de efetivamente querer desempenhar esse papel e realmente crescer como ser humano.”

O pai que ama os filhos não é somente aquele que manda, mas aquele de quem os filhos têm orgulho e com quem querem se parecer.

Por Rosemary de Ross

Ser pai… é uma missão divina e também uma das mais complexas

concedidas ao homem, pois exige preparo, amor,

renúncia e muita dedicação.

Ser pai… é muito mais do que cumprir um papel

dentro da família e da sociedade,

é assumir a paternidade com amor e responsabilidade.

Ser pai… não é apenas ter o privilégio de gerar filhos,

mas é ter a responsabilidade de educá-los

para que cresçam de forma sadia e equilibrada.

Ser pai… é ensinar e orientar os filhos no caminho que devem andar.

É estar presente nos momentos alegres e

oferecer o ombro amigo nas dificuldades.

Ser pai… é dar conselhos e encorajar quando os filhos precisam.

É se importar com as coisas que são importantes para eles.

Ser pai…é vibrar com o sucesso e conquistas dos filhos,

torcendo pela sua realização pessoal e profissional.

Ser pai… é educar os filhos para que saibam viver a liberdade

de forma responsável, sem perder os

valores e bons princípios.

Imagens: reprodução

Sobre o autor

Vitor Carneiro

Vitor Carneiro

Vítor Carneiro, é pastor e palestrante.

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