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Citi e Sou não chegam a acordo que diz respeito aos bilhetes

Redação
Escrito por: Redação

O Ministério Público entrou na polêmica da difícil questão dos créditos dos bilhetes eletrônicos dos ônibus que não foram devolvidos a população. Mas mesmo com essa mediação de peso o problema continua sem solução.

Quando a prefeitura rompeu contrato com a Rápido Sumaré, dona da marca Citi, uma nova empresa foi contratada em caráter de emergência para prestar o serviço, a Sancetur, dona da marca Sou. O problema é que quem tinha crédito nos bilhetes eletrônicos da Citi não consegue utilizar esses créditos nos ônibus da Sou.

A Citi diz que ao romper o contrato a prefeitura se tornou responsável pelos créditos e sugeriu que seus ônibus voltassem a rodar um prazo de 60 dias, para dar chance aos usuários de zerarem os bilhetes. Essa proposta foi recusada. Uma segunda sugestão foi a de permitir que os leitores de cartões da Sou aceitassem também os créditos da Citi. Afinal, uma mesma empresa, a Prodata, é a responsável pelos dois sistemas de leituras.

Já com o Ministério Público jogada, os promotores se reuniram com prefeitura, Citi, Sou e a Prodata, que ficou de analisar a viabilidade técnica. Uma nova reunião ficou marcada para a última segunda mas a Sou não aceitou os termos técnicos da sugestão dada pela Citi. Um novo encontro foi marcado para o dia 12 de abril. O Ministério Público solicitou à Citi o número de pessoas com créditos nos bilhetes e a soma do valor desses créditos e espera que essa próxima reunião seja definitiva para selar algum tipo de acordo. Com informações da TV Sol Comunidade.

Imagem de capa:Reprodução

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