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Deputados eleitos na RMC somam patrimônio de R$ 18 milhões; confira

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Escrito por: Redação
Dois praticamente dobraram seus bens nos últimos quatros anos. Rogério Nogueira (DEM), de Indaiatuba, e Feliciano Nahymi Filho (PRB), de Campinas, saltaram de R$ 2 milhões para R$ 4 milhões em bens declarados à Justiça Eleitoral.

Os 12 deputados eleitos em 2014 na Região Metropolitana de Campinas (RMC) e que agora concorrem novamente a uma vaga na Câmara ou na Assembleia Legislativa somam um patrimônio de R$ 18 milhões. O aumento é de 34,5% em relação à campanha anterior.

Dois praticamente dobraram seus bens nos últimos quatros anos. Rogério Nogueira (DEM), de Indaiatuba, e Feliciano Nahymi Filho (PRB), de Campinas, saltaram de R$ 2 milhões para R$ 4 milhões em bens declarados à Justiça Eleitoral. Apenas um parlamentar, Vanderlei Macris (PSDB), informou à Justiça Eleitoral ter reduzido seu patrimônio.

Na declaração de bens entregue por Feliciano à Justiça Eleitoral constam nove imóveis, veículos e aplicações, uma delas no valor de R$ 1,266 milhão. Já Nogueira declarou ter cinco apartamentos, uma casa e um galpão, além de depósitos em contas bancárias, num total de R$ 4,4 milhões. Em 2014, os bens do parlamentar totalizavam R$ 2,5 milhões. Em 2010, seu patrimônio declarado era de R$ 1,2 milhão.

Segundo Feliciano, a diferença no patrimônio nos últimos quatro anos se deve à economia do seu salário e rendimentos de aplicação. “Aplico meu salário e, mensalmente, incide sobre esse valor os rendimentos relativos a 48 meses”, disse. Na campanha passada ele declarou ter R$ 2,9 milhões. A reportagem tentou contato com Rogério Nogueira, mas não houve retorno.

Os tucanos Carlos Sampaio e Vanderlei Macris são os mais ricos entre os deputados federais que concorrem à reeleição na RMC. Macris declarou ter um patrimônio avaliado em R$ 2,35 milhões. O tucano possui sete imóveis – um deles, um prédio comercial, foi declarado no valor de apenas R$ 7 mil.

Luiz Lauro Filho (PSB) declarou em 2014 ter R$ 48 mil em espécie, além de cotas de capital no valor de R$ 333,00. Este ano, o parlamentar adicionou uma casa em seu nome avaliada em R$ 664.726,45, além de outros bens não especificados no valor de R$ 81 mil, depósito bancário de R$ 3,75 e um depósito em conta corrente de R$ 2.552,52. “Essa evolução se deve à compra da casa onde moro com a minha família”, disse o parlamentar.

Outro que ampliou seu patrimônio declarado, com valores menos expressivos, foi Roberto Alves (PRB). Na última eleição ele declarou ter R$ 181,00. Agora, o político afirmar ter R$ 9 mil. O parlamentar declarou à Justiça não ter nenhum bem em seu nome.

Ana Perugini (PT) também ampliou seu patrimônio. Quando deixou a Assembleia Legislativa para ocupar uma vaga na Câmara ela informou ter R$ 294.673,68. Agora, a parlamentar declarou ter acumulado R$ 426.713,16. Entre os bens declarados estão uma casa, no valor de R$ 340 mil, além de um automóvel, aplicações e depósito bancário.

O pastor Paulo Freire (PR) também está com seu patrimônio mais encorpado este ano em R$ 137 mil. Na eleição anterior ele declarou ter R$ 987.534,04. Agora o parlamentar soma R$ 1.154.699,85. O deputado também possui sete imóveis, entre eles, dois terrenos declarados no valor de R$ 5 mil cada um.

Gráfico mostra evolução dos bens dos candidatos a deputado

Imagem de capa. reprodução

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