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Dinheiro x pressão: Santos tem dilema na busca por reforços

Redação
Escrito por: Redação

Santos não esconde de ninguém o desejo de reforçar seu elenco. O objetivo é contratar dois meio-campistas e dois atacantes. Se a suspeita de lesão grave no joelho direito de Alison for confirmada, uma quinta contratação será necessária. O problema é que o Peixe, por enquanto, tem dificuldade para sair da teoria.

Por um lado, o alvinegro prega a austeridade financeira e não tem grandes recursos para investir. Do outro, vê pressão da torcida por resultados e elenco enxuto para o técnico Jair Ventura. A seguinte reflexão é feita pelo presidente José Carlos Peres: se o futebol não funcionar, o avanço administrativo será brecado.

Diante desse cenário, o planejamento inclui unir o útil ao agradável. Apostar na criatividade e na boa negociação para trazer jogadores bons e que não careçam de altos custos, como os três reforços de 2018, todos emprestados: Dodô, Eduardo Sasha (trocado por Zeca em definitivo posteriormente) e Gabigol.

O Santos procura atletas livres no mercado ou disponíveis para empréstimo com valor de compra dentro da realidade financeira do clube. O “case de sucesso” é Dodô: negociação rápida, titular absoluto, salários aceitáveis e quantia estipulada em 2 milhões de euros (R$ 8,8 milhões) para a permanência depois do vínculo, até dezembro.

Alguns nomes na mira do Peixe são conhecidos, como Thiago Maia, do Lille-FRA, Lucas Zelarayán, do Tigres-MEX, e Paulo Henrique Ganso, do Sevilla-ESP. Todos não estão perto de vir. Dirigentes, porém, garantem que há negociações encaminhadas por opções desconhecidas pela imprensa.

O elenco santista tem, neste momento, 30 jogadores. O alvinegro está bem servido no gol, zaga e lateral direita. Há deficiências na ala esquerda, meio-campo e ataque. Desde janeiro, 11 foram emprestados e quatro saíram em definitivo – economia de mais de R$ 1 milhão por mês.

O Santos lamenta a necessidade de ter pago dívidas antigas, da gestão do ex-presidente Modesto Roma. R$ 20 milhões apenas para a Receita Federal foram quitados, além de salários e bonificações não pagos. Esse dinheiro seria decisivo na atuação no mercado. Com informações da Gazeta Esportiva

Imagem de capa:Reprodução/Ivan Storti

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