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Indaiatuba alcança 70% do público alvo após o ‘Dia D’ contra o Sarampo e a Poliomielite

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Escrito por: Redação

Indaiatuba conta com 11.050 crianças dentro da faixa de idade indicada para receber a vacina e de acordo com o Departamento de Vigilância Epidemiológica até segunda-feira (20) foram vacinadas 7.747 crianças (70,11%) contra a Poliomielite e 7.715 crianças (69,82%) contra o Sarampo. “Existe uma pequena diferença entre as doses, pois as vacinas virais precisam de um intervalo de 30 dias para não interferir na resposta imunológica, então a criança que tomou, por exemplo, a vacina de Febre Amarela ou Varicela recentemente precisam desse intervalo de 30 dias para tomar a vacina SCR [Sarampo/Caxumba e Rubéola] aplicada na Campanha Nacional”, explica a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, Rita Vaz de Cássia Jiampaulo Ferraz Vaz.

Para continuar fortalecendo a Campanha, a Prefeitura de Indaiatuba mantém a vacinação nas Feiras Livres Noturnas o horário de atendimento é das 17h às 21h. As Feiras Livres acontecem em frente ao Barco todas as quartas-feiras e em frente ao Centro de Convenções Aydil Pinese Bonachella todas as sextas-feiras.

Todas as unidades de saúde continuam o atendimento de acordo com o horário das salas de vacina de segunda a sexta-feira, sendo: UBS 1-Hospital Dia, UBS 2-Cecap, UBS Parque Indaiá, UBS Itaici, UBS 7-Morada do Sol, UBS 10-Califórnia, UBS João Pioli, UBS Aldrovandi, UBS Parque Corolla e UBS Campo Bonito, UBS Oliveira Camargo, UBS 9-Central, UBS Itamaracá, UBS Jardim Brasil, UBS 4-Morada do Sol, UBS Jardim do Sol.

A vacina é contraindicada se a criança estiver com gripe muito forte e febre alta; para crianças com imunodeficiência congênita ou adquirida; neoplasia maligna; que estão em tratamento com uso de corticoides em doses elevadas ou quimioterapia e radioterapia.

DOENÇAS

Popularmente conhecida como ‘paralisa infantil’, a poliomielite é uma doença infectocontagiosa viral aguda e foi responsável por danos irreversíveis para milhares de crianças no mundo. O último caso da doença no Brasil ocorreu em 1989. As ações de prevenção e controle, em especial a vacinação, contribuíram para que, em 1994, o país recebesse da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) a Certificação de área livre de circulação do poliovírus selvagem do seu território, juntamente com os demais países das Américas.

Os Estados de Roraima e Amazonas estão enfrentando surtos de sarampo, com mais de 300 casos confirmados este ano. Em 2015 foram confirmados casos da doença no Ceará, São Paulo e Roraima. Em Indaiatuba não há casos da doença desde 2004. A cobertura vacinal no município em 2017 foi de 80% e até julho deste ano, está em 49,2%. De acordo com o Ministério da Saúde, o sarampo é uma doença infecciosa exantemática aguda, transmissível e extremamente contagiosa, podendo evoluir com complicações e óbito, particularmente em crianças desnutridas e menores de um ano de idade. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa, por meio de secreções respiratórias. Com informações da Prefeitura de Indaiatuba

Imagem:Divulgação/RIC-PMI

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