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Indaiatubanos lotam supermercados com medo de nova greve dos caminhoneiros

Redação
Escrito por: Redação

Nesta sábado (2) o  Z1portal, ouviu diversas pessoas que lotavam carrinhos em diversos supermercados com medo de uma nova greve dos caminhoneiros. A informações estão se espalhando por mensagens no WhatsApp. Alguns postos na cidade estavam fechado por falta de combustíveis e em diversas distribuidoras de gás as filas eram longas, com consumidores a espera do produto.

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Associações que representam caminhoneiros, órgãos do governo federal e a SSP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo) negam que haverá uma nova paralisação da categoria, conforme vem sendo anunciado em áudios e mensagens de texto no WhatsApp nos últimos dias.

As mensagens dizem que a greve seria retomada nesta segunda-feira (4), com orientação das empresas para manter os caminhões sem circular. Também citam uma ameaça de “guerra civil” e pedem que as pessoas estoquem combustíveis.

A razão da nova greve, segundo os áudios, seria o suposto veto do presidente Michel Temer (MDB) à redução de R$ 0,46 no preço do óleo diesel. A medida, no entanto, já está em vigor.

“Da nossa parte esse rumor não procede. Não estamos envolvidos em nenhuma nova paralisação seja no domingo, seja na segunda-feira”, afirma a porta-voz da Abcam (Associação Brasileira de Caminhoneiros), Carolina Rangel.

“Nos grupos de WhatsApp que reúnem lideranças da categoria e que nós participamos não há nenhum movimento neste sentido”, acrescenta.

“A greve dos caminhoneiros está resolvida. Nossa pauta de reivindicações foi atendida”, afirma o diretor do Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos de Ourinhos (SP), Ariovaldo Almeida Jr.

Em entrevista a uma rádio, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que a possibilidade de uma nova paralisação de caminhoneiros não passa de boatos. “Não existe uma articulação para refazer o movimento. Está se tentando ciar um clima de ansiedade, de preocupação e divulgando fatos infundados”, afirmou Jungmann.

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse que os órgãos de inteligência do governo monitoram o movimento dos caminhoneiros. “As pessoas são identificáveis. No momento certo, se for o caso, haverá ação do governo para que quem esteja incitando, de forma absolutamente fundada em inverdades, pague a responsabilidade que este ato por ventura decorra”, disse.

Com informações da Agência Estado/A CidadeOn

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