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Itu: ‘Esperaram para falar com ela e depois matar’, diz funcionário de cerâmica em que empresária foi morta a tiros

Redação
Escrito por: Redação
Minutos antes do crime, Rosana Bragagnolo estava conversando com a esposa de um funcionário. Polícia Civil investiga o crime em Itu (SP); vítima será enterrada no cemitério municipal.

Os assassinos de Rosana Bragagnolo, morta dentro da própria cerâmica em Itu (SP), chegaram ao local como se fossem clientes, de acordo com o relato de um dos funcionários, que pediu para ter a identidade preservada.

A vítima morreu com diversos tiros na tarde de segunda-feira (11), na Vila Progresso. De acordo com a testemunha, minutos antes do crime Rosana estava conversando com a esposa de um funcionário sobre atestado médico.

“Foi quando os dois homens chegaram em uma moto e ficaram aguardando do lado de fora, enquanto ela terminava a conversa. Esperaram para falar com ela e depois matar”, disse.

Ao G1, nesta terça-feira (12), o funcionário contou que o crime aconteceu por volta das 15h. “Como eles perceberam que a conversa iria longe, entraram na sala e levaram a Rosana para outro cômodo.”

Os criminosos teriam reclamado com a mulher que conversava com Rosana que a filha dela, que aguardava dentro do carro, estaria olhando muito para eles. “Imediatamente ela foi pra dentro do carro, fechou os vidros e ficou lá até eles irem embora”, conta a testemunha.

Ainda segundo o funcionário, Rosana foi assassinada com tiros na boca e no corpo. “Foi uma ação muito rápida, em menos de 10 minutos eles entraram, mataram e fugiram. Nem deu tempo de desconfiar de nada”, conta.

Após perceberem o crime, funcionários chamaram a polícia e o Corpo de Bombeiros, mas a empresária não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Em entrevista ao G1, o rapaz disse que a empresária era querida pelos funcionários e, aparentemente, não tinha problema com ninguém. “Ela mal saia de casa e nem era de brigar. Conversava e se dava bem com todo mundo”, diz.

Crime e investigação

O crime aconteceu na Vila Progresso, em Itu. De acordo com informações da polícia, os criminosos permaneceram de capacete durante a ação e não levaram nada da cerâmica. A perícia foi acionada para identificar pistas dos criminosos, que ainda não foram localizados. A Polícia Civil busca imagens de câmeras de segurança que possam identificar os criminosos e continua investigando o caso.

Imagem:  Arquivo pessoal

Com informações do G1

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