‘Mulheres à Frente Da Tropa – Um Cinema Pioneiro, Feminino e Feminista’ é tema de debate na série ‘Ideias’

Em 1995, o cinema comemorou 100 anos de existência. Adotando como marco uma exibição em Paris, o filme projetado foi uma película dos Irmãos Lumière.

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“A hora da estrela”, de Suzana Amaral, da obra de Clarice Lispector

A série Ideias, promovida pelo Sesc São Paulo por intermédio de seu Centro de Pesquisa e Formação (CPF), traz a transmissão ao vivo de debates sobre as principais questões que tensionam a agenda sociocultural e educativa atual, com o objetivo de incentivar a reflexão no contexto desafiador em que nos encontramos. Sempre às 16h, as conferências acontecem pelo canal do YouTube do Sesc São Paulo, com participação do público e tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Entre os debates a serem realizados entre os dias 08 e 12 de junho, destacamos o que acontece no sábado (12/06), encerrando a semana de debates, com o tema “Mulheres à Frente Da Tropa – Um Cinema Pioneiro, Feminino e Feminista”.

12 de junho, sábado
Mulheres à Frente Da Tropa – Um Cinema Pioneiro, Feminino e Feminista

“A hora da estrela”, de Suzana Amaral, da obra de Clarice Lispector

Em 1995, o cinema comemorou 100 anos de existência. Adotando como marco uma exibição em Paris, o filme projetado foi uma película dos Irmãos Lumière. Naquele mesmo ano, Thomas Vinterberg e Lars Von Trier, cineastas dinamarqueses, lançaram o manifesto “Dogma95”, movimento cinematográfico que abalou as sólidas estruturas centenárias do cinema, com nova proposta estética e novo processo – o digital em formato MiniDv. Em mais uma virada de século, com equipamentos cada vez mais acessíveis, celulares com câmeras e aplicativos, está nascendo um audiovisual mais inclusivo, que conta sua própria história em busca da paridade entre gêneros e raças.

Participantes:

Cristina Amaral – formada em Cinema pela ECA-USP. Responsável pela montagem de filmes de diretores como Andrea Tonacci e Carlos Reichenbach.

Kátia Coelho – diretora de fotografia. Foi a primeira mulher a fotografar um longa-metragem no Brasil. Recebeu mais de 30 prêmios em festivais.

Tide Borges – graduada, mestra e doutora em Cinema pela Escola de Comunicações de Artes da USP. Desde 1982 trabalha com som no audiovisual.

Mediação:

Marcia Beatriz Granero – diretora de arte e videoartista, formada em Artes Visuais pela Belas Artes. Mediadora do programa VideoArtePapo MIS, do Museu da Imagem e do Som (SP).

Apresentação:

Marcos Toyansk – doutor em Geografia Humana pela USP e pesquisador no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo.