A sequência de 20 jogos de invencibilidade é uma prova de que esta solidez vem sendo atingida e a aposta em um jogo ofensivo vem dando resultado, com equilíbrio defensivo que permite ao ataque comandado pelo oportunista Romelu Lukaku derrubar os adversários.

Após a vitória na estreia por 3 a 0 contra o Panamá, Martínez não tem nenhum problema físico ou técnico no elenco e por isso deve repetir a escalação do primeiro jogo.

Do lado da Tunísia, a obrigação é pontuar para não repetir a campanha de outras seleções árabes na Copa, que foram eliminadas precocemente na segunda rodada.

Os africanos tiveram um bom desempenho diante da Inglaterra, fazendo um jogo combativo contra os europeus e perdendo o confronto apenas nos acréscimos, em um gol de eventual de Harry Kane. Sassi marcou para os tunisianos de pênalti na derrota por 2-1.

As duas mudanças em relação ao primeiro jogo devem ser a saída de Fakhreddine Ben Youssef para a entrada de Saif-Eddine Khaoui e a escalação do goleiro Farouk Ben Mustapha no lugar de Mouez Hassen, que machucou o ombro esquerdo e está fora do torneio.

“Devemos ter todo o respeito com a Bélgica, mas temos as nossas próprias ambições, que são passar da primeira fase, algo que a Tunísia não conseguiu até hoje”, afirmou o técnico Nabil Maaloul.

As duas seleções se enfrentaram em três ocasiões anteriormente: vitória da Tunísia em amistoso no ano de 1992 (2 a 1), empate em 1 a 1 na Copa do Mundo 2002 e vitória belga por 1 a 0 em amistoso antes do Mundial no Brasil.

Prováveis escalações:.

Bélgica: Courtois; Vertonghen, Boyata, Alderweireld; Meunier, De Bruyne, Witsel, Carrasco; Dries Mertens, Eden Hazard; Romelu Lukaku. Técnico: Roberto Martínez.

Tunísia: Moustapha; Bronn, Ben Youssef, Merieh, Maaloul; Badri, Sliti, Sassi, Khaoui, Skhiri; Khazri. Técnico: Nabil Maaloul.

Árbitro: Jair Marrufo (EUA), auxiliado pelo compatriota Corey Rockwell e o salvadorenho Juan Zumba.

Estádio: Otkrytiye Arena, em Moscou.