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Sorocaba: Polícia Civil prende suspeito de matar escrivã

Redação
Escrito por: Redação
Esmarlei Demétrio da Silva foi achada morta dentro de casa com sinais de violência em novembro de 2017, no Jardim Novo Horizonte. Polícia vai esclarecer o caso em coletiva de imprensa nesta 5ª feira.

A Polícia Civil prendeu um homem suspeito de ter matado a escrivã Esmarlei Demétrio da Silva, de 56 anos, em novembro do ano passado. O homicídio é investigado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG).

Os detalhes da prisão do suspeito serão apresentados nesta quinta-feira (5), na Delegacia Seccional de Sorocaba, durante uma coletiva de imprensa.

Esmarlei trabalhava como escrivã no 4º Distrito policial de Sorocaba e foi encontrada morta dentro de casa, no dia 16 de novembro, no bairro Jardim Novo Horizonte. De acordo com a Polícia Civil, o corpo apresentava vários sinais de violência.

Perseguição

Na época do crime, parentes da escrivã relataram que ela sentia-se “perseguida” e havia reclamado aos filhos de tentativas de arrombamento e invasão na residência.

Conforme o familiar, que pediu para ter a identidade preservada, Esmarlei foi encontrada no quarto com ferimentos na cabeça, vestida de pijama, com as mãos amarradas e uma toalha na boca. As primeiras pessoas a chegarem na casa foram pedreiros que trabalhavam em uma reforma no imóvel.

Após chamarem pela vítima, que não atendeu, decidiram avisar a família. “Estava tudo revirado e parecia que ela tentou lutar contra quem a matou. Encontramos um pedaço de madeira que podem ter batido nela e uma faca, que talvez possa ter sido usada para ela se defender”, contou o parente.

Fotos do crime

A família da escrivã procurou o G1, em dezembro, para denunciar o compartilhamento de fotos da cena do crime. Caroline Xavier, filha da vítima, disse que um parente recebeu as fotos em um grupo de mensagens.

“É um absurdo. São imagens que expõem a minha mãe de uma forma totalmente sem ética. Não consigo pensar o que as pessoas ganham em passar à frente esse tipo de conteúdo, é lamentável”, afirmou.

O delegado da Delegacia de investigações Gerais (DIG), Acácio Leite, informou que não tinha conhecimento das fotos na época e que as fotos feitas pela equipe de perícia eram outras, diferentes das imagens compartilhadas pelo aplicativo.

No entanto, Acácio afirma que se algum oficial tiver relação com a veiculação das fotos haverá punição.

Imagem:  Arquivo pessoal

Com informações do G1

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