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Sorocaba: Polícia pede mais 30 dias para concluir inquérito de idosa morta ao cair do sobrado de namorado

Redação
Escrito por: Redação
Vítima teve morte cerebral após queda de imóvel no dia 29 de julho, em Sorocaba. Mulher teria descido por ‘corda de lençol’ em janela. Defesa de empresário, que é tratado como testemunha, alega ‘fatalidade’.

A Polícia Civil pediu à Justiça mais 30 dias para concluir o inquérito da morte da idosa que caiu de um sobrado no dia 29 de julho, em Sorocaba (SP).

A Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) investiga a queda de Vera Lúcia Moreira de Sousa, de 61 anos, quando teria tentado sair da casa pela janela, segundo o boletim de ocorrência, e sofreu traumatismo craniano por conta do impacto contra o chão. Ela morreu dias depois no Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS).

Segundo a família de Vera, a vítima mantinha um relacionamento com o empresário Antonio Inácio Ribeiro Filho, de 68, há cerca de 20 dias. Na ocasião, os dois estavam juntos de sábado (28) para domingo (29), quando outra namorada do idoso teria chegado no endereço. Conforme relatado por ele à Polícia Militar no dia, a mulher caiu da janela ao descer por uma “corda” feita de lençol.

O laudo do Instituto de Criminalística (IC) ainda não foi finalizado, segundo a Polícia Civil. A equipe do IC chegou a fazer uma segunda perícia na residência.

Antonio é considerado testemunha e a outra mulher, que seria de outro relacionamento dele, não quis falar sobre o caso. A defesa do idoso informou que tudo não passou de uma “fatalidade”.

Relacionamento recente

Familiares de Vera Lúcia ouvidos pelo G1 disseram que o relacionamento dela com o empresário – que tinha ficado viúvo há aproximadamente um mês – era recente.

O filho dela, Antonio Cândido, declarou à Polícia Militar que os dois estavam juntos há cerca de 20 dias, mas tinham terminado o namoro. Para tentar uma reconciliação, o empresário chamou a idosa para jantar na casa dele naquela noite de sábado.

A equipe do hospital que recebeu Vera Lúcia descreveu que ela tinha um hematoma galeal (o popular “galo”) na nuca, e que suas pupilas não reagiam à luz, indicando lesão neurológica. Câmeras de segurança foram recolhidas e auxiliam na investigação.

Imagem: Facebook/Reprodução

Com informações do G1

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