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Suspeitos de matar grávida ofereciam pacto com ‘Lúcifer’ na internet

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Escrito por: Redação
O casal, que se dizia padrinho da jovem, foi preso preventivamente na última sexta-feira (17), em Itanhaém, no Litoral de São Paulo

As investigações sobre a morte da técnica em segurança Atyla Arruda Barbosa, 20 anos, ganharam mais um capítulo nesta terça-feira (21). Sergio Ricardo Re da Mota, 47 anos, e Simone Melo Koszegi, 41, suspeitos do crime, ofertavam serviços de magia negra e rituais satânicos pelas redes sociais, segundo o G1. O casal, que se dizia padrinho da jovem, foi preso preventivamente na última sexta-feira (17), em Itanhaém, no Litoral de São Paulo.

A polícia iniciou as apurações depois de receber uma ligação de representantes da seguradora sobre um benefício no nome de Atyla, no valor de R$ 260 mil. Quando a carência do seguro terminou, a dupla forjou uma morte por afogamento da menina, que estava grávida, para obter o dinheiro. Selmair Arruda de Moraes, mãe da vítima, também procurou a delegacia para dizer que a filha, além de ser mantida em cárcere privado, era estuprada por Sergio, possível pai do bebê.

Um dia antes do acidente, em julho, em uma praia de Mongaguá, Selmair perdeu o contato com a jovem, com quem se comunicava frequentemente, por telefone e nas redes sociais. Atyla saiu de casa, de uma cidade de Goiás, para São Paulo, com a missão de buscar novas oportunidades. Os suspeitos ofereceram ajudam e prometeram um emprego para ela.

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A atividade do casal com os rituais satânicos é evidenciada em alguns perfis no Facebook. Um deles “Luciferianos Simone Sergio” há imagens do casal, vestido com uma capa preta, oferecendo pactos de adoração a Lúcifer, em troca de “poder” e “status”. A polícia suspeita que Atyla passou a participar de rituais e foi assassinada durante um deles. “Há conversas em que ela dizia que queria desistir disso tudo, mas que se isso acontecesse, teria que pagar com a vida”, explicou o delegado Ruy de Matos Pereira.

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O delegado ainda acrescentou que podem existir outras vítimas, além de Atyla. Na residência, documentos, um punhal e apólices no nome de outras três pessoas, que não tinham relações familiares com o casal, também foram encontrados. “Além disso, foram achadas várias contas-correntes em nome dela, e empresas”, concluiu o delegado. Com informações do Notícias Ao Minuto.

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