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Terço que Lula recebeu do Papa é direcionado a “prisioneiros do mundo”, diz Vaticano

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Escrito por: Redação

Grabois, fundador do Movimento dos Trabalhadores Excluídos e ex-consultor do Pontifício Conselho Justiça e Paz, tentou visitar nesta segunda-feira (11) Lula na prisão em Curitiba, mas não foi autorizado pela Polícia Federal (PF).

Vários veículos de imprensa disseram que Grabois era um representante do Papa que entregaria um terço a Lula em nome do Pontífice. Mas, de acordo com uma nota publicada pelo site Vatican News, Grabois fez “visita pessoal”, e o terço não foi enviado pelo papa Francisco, apenas “abençoado”.

Preso desde 7 de abril, Lula pode receber visitas para ajuda espiritual toda segunda-feira, mas o advogado argentino foi barrado pela Polícia Federal por não ter função religiosa. O Pontifício Conselho Justiça e Paz, do qual o advogado fazia parte, foi extinto em 2017 pelo Vaticano.

>> Assessor do Papa impedido de ver Lula

Confira nota do Vatican News

O advogado argentino Juan Gabrois, fundador do Movimento dos trabalhadores excluídos e ex-consultor do Pontifício Conselho Justiça e Paz, deu uma entrevista em sua tentativa de visitar o ex-presidente Lula na prisão de Curitiba, onde está detido há mais de dois meses. Grabois disse que a visita era pessoal e não em nome do Santo Padre. Ele não teve a permissão para se encontrar com Lula.

Na entrevista, ele nunca declarou que foi o Papa a enviar o Terço, mas simplesmente que se tratava de um Terço que tinha sido “abençoado” pelo Papa. Terços como esse são levados, como o Santo Padre deseja, a tantos prisioneiros do mundo sem entrar no mérito de realidades particulares.

Com Agência Ansa/Terra/Jornal do Brasil

Imagem de capa:Reprodução

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